História

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O primeiro Fringe surgiu espontaneamente em 1947 em Edimburgo na Escócia, quando companhias que não estavam na programação do Festival Internacional de Edimburgo resolveram criar um evento paralelo à margem do oficial. Desde então outros Fringes surgiram pelo mundo.
1947

1º FRINGE da história

1º FRINGE da História em Edimburgo na Escócia.

1998

1º FRINGE Brasil

Criado na 7 edição do Festival de Teatro de Curitiba. Foram recebidos 200 pedidos para se estar dentro do evento. Então decidiram criar o FRINGE. Leandro, 24 - Exposição retrospectiva. Dina Staf - Cinema + Teatro.

1999

Nelson de Sá

Critico da Folha SP considerou o Fringe o próprio Festival de Curitiba. O único subsídio era a locação das salas de teatro. Fringe, com 31 peças ajuda Mostra Oficial, total de 52 peças e cerca de 80 mil de público. Este ano, pelo menos um espetáculo de São Paulo, se é que se pode descrever assim, e outro do Rio confirmaram que "o inesperado acontece" em Curitiba, para usar o slogan publicitário do festival: respectivamente "A Boa", de Aimar Labaki, dirigido por Ivan Feijó, com Ana Kutner e Milhem Cortaz; e "Eu Sou Mais Nelson", com textos de Nelson Rodrigues, dirigidos por Ana Kfouri, com o jovem grupo Alice 118. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq30039913.htm

2000

200 inscrições - 48 espetáculos - Ocupando 23 locais

Profissionalismo e diversidade ocupam o evento. 3º Fringe, 9º FTC. Destaque para "Quorpo Santo" com Georgette Fadel (Cia do Latão). Fringe atrai metade do público do evento.

2001

99 peças teatrais, junto com FTC, totalizando 127 espetáculos

31 mil expectadores - O evento começa a pensar em vendas de ingressos pela internet - As vendas até então são realizadas em apenas um ponto fixo - Peças em 5 horários fixos: 12h - 15h - 18h - 21h e 0h. Cerca de 300 cadastros, em seu quarto ano consecutivo, a Mostra Fringe sai da margem e faz páreo com a Mostra do Teatro Contemporâneo, no 10º Festival de Teatro de Curitiba. Neste ano, os espetáculos do Fringe pagaram taxa de R$ 50 (teatro convencional) ou R$ 30 (espaço alternativo) em cada apresentação. O festival se compromete com produção mínima (inclusão da peça no programa oficial e funcionário para a montagem e desmontagem). Tudo o mais fica por conta das companhias.

2002

Fringe conta com a ampliação dos espaços, de 23 para 30

O processo colaborativo, expressão usada com frequência pela equipe do Teatro da Vertigem, ampara a montagem paulista de "Hysteria" (grupo XIX de Teatro) e a catarinense "Os Camaradas" (Cia. Carona de Teatro), que estão entre as produções eleitas como destaques do Fringe pela equipe da Folha que cobriu o festival em Curitiba. As demais são "A História de Augusto Matraga", da Cia. Monociclo, de SP; "Sebastião", da BaSiraH Núcleo de Dança Contemporânea, do Distrito Federal, e "Devorateme", da Cia. Senhas de Teatro, de Curitiba. O Fringe 2002 ajuda a relativizar ainda mais o casamento "custo-qualidade". "Hysteria" consumiu cerca de R$ 500 para participar da mostra paralela (parte dos figurinos provêm de vestidos de noiva de avós e tias das atrizes). Com o aumento anual do Fringe, Neca Zarvos sugere também que a mostra aconteça em período diferente da Mostra Oficial. Principalmente "porque é constrangedor constatar que há melhores espetáculos no Fringe". Cada participante do Fringe paga R$ 50 ou R$ 30 (espaços não-convencionais) e destina 20% da bilheteria para a produção. Não há curadoria para os espetáculos, a organização obedece à ordem de inscrição.

2003

Cerca de 158 peças, Fringe Quintuplica em cinco anos

Stand up Comedy passa a ganhar espaço. Piauí, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Santa Catarina, Chile e E.U.A participam do Fringe. Com destaque para "As Suplicantes", Fringe promove ciranda de alternativas em Curitiba com espetáculos feitos em espaços não-convencionais ou com orçamento mínimo, encontrados com fartura. Casa Damasceno cria espaço alternativo no fundo da casa que aluga. Festival conta com equipe local, cenotécnica, técnicos. Grupo Porão, Cia de Teatro Contemporâneo e Grupo Depósito de Teatro são alguns dos atrativos. "Afeto", peça de Mônica Prinzac, é mais uma atração endereçada aos solitários. A autora joga uma corda para os que estão em busca de algum indício de vida coletiva. Destaque no Fringe.

2004

131 espetáculos, 10 estados e Portugal

Matteo Bonfitto e Marcio Abreu, Grupo Esso, Cia Portátil, Lume, Café Oficial do Fringe + Festas. A organização estima público de cerca de 110 mil, soma do Fringe, Mostra Oficial, Mostra Metropolitana e demais atividades. Duas montagens apresentaram ótima dramaturgia. Com "uma tentativa de peça, e jamais um espetáculo", a cia. Nossa Senhora de Teatro Contemporâneo mostrou "A Melhor Parte do Homem". A diretora Giovana Soar divide o texto metateatral com Octávio Camargo e Newton Moreno, sobre possibilidades de caminhos dramáticos e estéticos.

2005

187 peças, participação de cia do Uruguai

Unicamp, USP E UNB com 25 produções no total no FRINGE. Considerado um dos melhores espetáculos do Fringe, "Por Elise" com a Cia Espanca!

2006

200 produções, 27 espetáculos de rua gratuitos

A maioria deles com apresentações marcadas para a Rua XV, Ruínas de São Francisco e Largo da Ordem, além das performances ao ar livre. Companhias se alteram com rapidez nos palcos do Fringe. Formato do festival é criticado e passa por transformações no ano seguinte.

2007

180 peças, destas, 108 são de Curitiba

O tom social domina cena do Fringe, destaque para "Angu se Sangue" com o Coletivo Angu de Teatro, de Recife. "Os Leões, de Nadja Nara, com Alexandre Nero e Diego Fortes. Nichos de força teatral evidenciam. Cia Senhas em "Antígona - Reduzida e Ampliada" com direção de Sueli Araújo também se destaca na cena teatral Curitibana.

2008

Até 2008 todos os projetos da Mostra Fringe eram enviados pelos correios

Nesta edição o evento contou com um público de 160 mil espectadores. 10 anos de Fringe, 251 atrações, 39 espaços, 17 Estados. Segundo Hugo Possolo, do grupo Parlapatões "É um showroom como em Edimburgo. Todo mundo vai lá para tentar mostrar seu trabalho para vendê-lo". Companhias da Itália, Alemanha, Chile e trabalhos experimentais no teatro José Maria Santos e Cléon.

2009

Uso da Internet para cadastro de espetáculos e comunicação entre Artista e Público

290 peças, evento novamente criticado por perder a qualidade. Necessidade de reinvenção do evento para atuar em conjunto com modificações da sociedade. “Podemos dizer que hoje somos nós quem fazemos o Festival de Curitiba. É o Fringe que faz o festival. Pela diversidade, pela riqueza cultural, pelo profissionalismo”, afirma o ator Gustavo Ottoni, que apresenta no evento o espetáculo O alienista – uma leitura esquizofrênica, que traz uma adaptação de um conto de Machado de Assis escrito em 1881.

2010

400 espetáculos - Nem Freud Explica

Produção Curitibana com sucesso de bilheteria. FRINGE ganha espaços com curadoria e agora espetáculos são divididos por gênero. Contou com 164 produções locais, Cia Obragem, Vigor Mortis, e Edson Bueno com duas montagens: "A vida como ela é", tributo a Nelson Rodrigues e "Escrever é um sonho mais profundo que a morte, de Franz Kafka. Comédias são muito procuradas pelo público. Companhias do Diretor João Luiz Fiani correspondem com 24 espetáculos no FRINGE.

2011

FRINGE coloca em destaque obra de ator amazonense, Francisco Carlos, com "Jaguar Cibernético".

Com mais de 100 companhias de 20 Estados Brasileiros, dentre elas, Companhia Silenciosa, Heliogábalus, CiaSenhas, Cia. Brasileira, Obragem, Marcos Damaceno, 1801, Armadilha, Teatro de Breque, Pausa, Transitória, Súbita, Acruel, Subjétil, Couve-flor, entre outras. Apresenta-se uma cena com foco no contemporâneo admirável. Estreia de "O Butô de Mick Jagger, dirigida por Luiz Felipe Leprevost.

2012

Cerca de 180 mil pessoas, locais que chegam a 8 apresentações

Com público de cerca de 180 mil pessoas, locais que chegam a 8 apresentações no mesmo dia. Cerca de 300 espetáculos compõem o FRINGE.

2013

O que que a Bahia tem?

Mostra Bahiana com curadoria de Lázaro Ramos. 370 espetáculos, muitos gratuitos. O Espírito Santo inaugura sua presença, trazendo cinco espetáculos que enfocam grandes autores da literatura e da dramaturgia, como García Lorca, Guimarães Rosa e Goethe. As mostras que inauguraram o conceito de curadoria dentro do Fringe continuam marcando presença e apresentando ao público do festival a produção recente do teatro contemporâneo da cidade.

2014

FRINGE conta com produções de Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro, Santa Catarina e também de Curitiba

8 espetáculos encenados na Praça Santos Andrade. Conta com a 2ª Edição da Mostra Bahiana, com curadoria de Lázaro Ramos que conseguiu apoio do Festival.

2015

Quase 400 espetáculos, sendo 98 gratuitos

Mostra de Teatro Universitário Grutum!; Gloriah Vigor Mortis, 20 anos do Pé no Palco, I Mostra Pernambucana de Teatro para Infância e Ilíada Homero Grécia 2016. Há ainda as mostras Sonora Cena, Mostra Ademar Guerra, Ave Lola, Novos Repertórios e Sesi Dramaturgia. Todas reúnem um total de 393 espetáculos.

2016

Mais de 300 espetáculos

Sendo 43 apresentados na rua em Terminais de Ônibus e espaços abertos da cidade.

2017

303 Espetáculos

Ssendo 66 gratuitos, 45 acontecendo em espaços públicos, sendo 12 praças, 2 terminais de ônibus e 3 ruas da cidadania e região metropolitana. 11 mostras especiais, sendo uma mostra internacional com espetáculos de Portugal. Cerca de 1600 artistas espalhados por Curitiba e região. 1ª Mostra Mundana, que reúne cerca de 100 artistas. Mostra de Teatro lambe-lambe com trabalhos inéditos e uma atração internacional.

2018

Com 20 mostras específicas, ocupando Curitiba e Região Metropolitana

No total, serão 372 espetáculos do Brasil, Portugal, Chile, Uruguai e Colômbia, e quase 1,5 mil apresentações, sendo 96 peças gratuitas. Trabalhos inéditos de Mauren Miranda, Leticia Spiller, Carlos Simioni, Sofia Monsalve, Marilin Nunes. Destaque para os locais, como Mercado Municipal e feiras livres. Destaque para a Mostra Pé Vermelho: Okupação Londrina: 15 atrações no Teatro José Maria Santos com artistas de Londrina unidos em um coletivo para trazer a Curitiba a cena teatral da cidade no Norte do Paraná, com espetáculos de teatro e espetáculos de rua. Apresentações pagas e gratuitas.

2019

Mais de 350 espetáculos e cerca de 2mil e 100 artistas

Considerado 1 dos 5 maiores eventos de artes cênicas do País, com 71 espaços entre Curitiba e Região Metropolitana. Com 18 Mostras Especiais, dentre elas a Mostra Apamonama, que acontece no Teatro Paiol, reunindo bandas autorais de Curitiba e Região Metropolitana. Mostra Cambutadefedapada, no Teatro Novelas Curitibanas, comemora os 12 anos do grupo e celebra o momento com a estreia da peça “Cobaias”, além de produções de cinco convidados, que reúnem teatro, música, dança e bate-papo. Em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, a Mostra Casa Eliseu Voronkoff levará aos moradores da região o acesso a produções artísticas de qualidade, com teatro, cinema e oficinas, além do Teatro de Formas Animadas. Contou também com atrações internacionais de Cias da Argentina, Chile, Equador, Uruguai e Portugal, totalizando cerca de 32 apresentações. 109 apresentações de Teatro Lambe-Lambe, que completa 30 anos.

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